Segundo a
Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese),
o reconhecimento facial é uma tendência crescente. Isso porque o sistema, além
de efetivo, opera a partir das imagens capturadas por câmeras de
videomonitoramento que, atualmente, são os produtos mais vendidos do setor. Os
equipamentos IP e Analógicos representam 66% das vendas no Brasil.
O novo
relatório da Global Market Insights mostra que o mercado de reconhecimento
facial deve crescer 18% até 2026. Segundo o estudo, as crescentes preocupações
com segurança aumentarão a demanda por tecnologias avançadas de identificação e
verificação, levando o mercado de reconhecimento facial a ultrapassar US$ 12
bilhões até 2026. Outro fator é o aumento do uso em diferentes setores, como
varejo, saúde e marketing, que ajudará a impulsionar o crescimento da demanda pela
tecnologia.
Seguindo essas tendências, edifícios
comerciais, empresas, instituições de ensino e hospitais estão cada vez mais se
aproximando da tecnologia para o controle de acesso de usuários em suas
instalações, em busca de soluções que ofereçam ao mesmo tempo agilidade e
segurança. Hoje, empresas de tecnologia do mundo todo investem anualmente milhares
de dólares em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, aprimorando algoritmos,
para que as ofertas no mercado se diferenciem tanto pelo nível de precisão
quanto pelo alto grau de confiabilidade.
Para que um empreendimento esteja 100%
seguro durante o uso do reconhecimento facial, é necessária uma análise do
ambiente feita por especialistas, para dar início ao projeto de implantação da
tecnologia. Levar as particularidades do espaço disponível em consideração é
muito importante e deve ser feita de maneira individual e personalizada, analisando
pontos de incidência de luz, que podem interferir na captação das imagens, por
exemplo.
Outro fator que pode comprometer a
eficácia do controle de acesso é o tamanho do banco de dados relacionado e a
velocidade do sistema durante o processamento das informações, para que o
reconhecimento seja veloz e eficaz, evitando delays e brechas na segurança. Um
bom sistema identifica um usuário mesmo que ele faça o uso de acessórios como
óculos, bonés, EPIs ou maquiagem, por exemplo. O processo é feito por meio da
localização de pontos faciais, detecção de movimentos e verificação de leitura
labial, garantindo a exatidão dos dados.
E por falar em segurança, a ferramenta
anti-carona é uma aliada ao identificar o primeiro usuário em frente à câmera,
comparando a sua imagem com o banco de dados e liberando o acesso apenas ao
identificado, sem deixar que os demais na fila tenham acesso ao ambiente antes
de passar pelo sistema.
Pioneira no ramo de reconhecimento
facial, a e-Vertical oferece as mais modernas ferramentas disponíveis no
mercado de automação predial e conta com novas e melhores soluções de controle
de acesso. Referência em projetos para empreendimentos localizados no eixo
Rio-São Paulo, acompanhamos as tendências e testamos exaustivamente todos os
recursos, oferecendo sempre um produto de altíssima qualidade.
Nossa oferta se diferencia pelo
dispensável contato com superfícies pelos usuários durante o controle de acesso
e está cada vez mais sendo adotada, afinal, em tempos de pandemia, o conceito
Touchless ganhou força no combate a COVID-19 e tornou essencial a adaptação de empreendimentos
sem toques.
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